• Pet Land

Conheça 6 doenças mais comuns em cães e gatos

Atualizado: Mar 28

Saiba como evitar e tratar as 6 doenças mais comuns em cães e gatos.


Tal como nós, os cães e os gatos sofrem com algumas doenças que nos são familiares, entre elas: doenças infecto-contagiosas, alérgicas e do metabolismo.


É aquele dono que se preocupa com a saúde do seu animal de estimação?

Então confira as 6 doenças mais comuns que atingem cães e gatos:


1. Alergia alimentar


A alergia alimentar é uma resposta imunológica exagerada do organismo a determinada substância presente nos alimentos.


Numa alergia alimentar podem ocorrer desde ferimentos na pele provocados pelas unhas dos animais enquanto se coçam sem parar até quadros gastrointestinais alterados, como diarreia e vômito.


Causas: aditivos, conservantes e outras substâncias químicas usadas em rações industrializadas são os culpados mais frequentes. Para alguns animais, as proteínas de uma determinada carne pode causar as mesmas reacções alérgicas.


Sintomas: os sinais clínicos mais comuns do problema são comichão, vermelhidão e descamação na pele, com lesões provocadas pelas unhas do animal.


Prevenção: em primeiro lugar, evite comprar ração para cães e gatos de qualidade duvidosa. Há muitas rações que têm corantes, que, além de provocarem alergia, interferem na absorção dos nutrientes pelo organismo.

Outra medida preventiva é não dar banhos em excesso. Os banhos em excesso retiram a oleosidade natural que protege a pele dos animais.

Há ainda outra forma de prevenção que passa por trocar o comedouro de plástico, o qual também pode desencadear uma alergia ao seu animal de estimação. Prefira um comedouro de alumínio, que não traz esse risco.


Tratamento: se a alergia é alimentar, substitua a ração habitual por fórmulas especiais hipoalergénicas. Pode ainda optar por refeições caseiras, mas sempre muito bem orientadas pelo médico veterinário, de forma a que consiga satisfazer todas as necessidades nutricionais do seu animal de estimação.


2. Depressão


Ainda não há estudos suficientes que expliquem exactamente o que acontece no cérebro dos animais melancólicos, mas alguns apresentam um distúrbio muito parecido com a depressão dos seres humanos.

Embora os gatos pareçam menos sentimentais, eles também sofrem com problemas desse tipo.


Normalmente, em situações de depressão, os animais de estimação começam por recusar a comida e não apresentam vontade de brincar, os comportamentos mudam drasticamente e o animal acaba por não querer estar em grupo.


Causa: grandes mudanças, separações e solidão são os principais factores por trás do quadro depressivo.


Sintomas: a angústia em cães geralmente é sinalizada pela mania de se lamberem freneticamente. Alguns, de tanto fazerem isso, até ficam com feridas graves nas patas.

Entre os felinos, é o dorso que acaba magoado por essa compulsão.


Prevenção: todos os veterinários são unânimes em dizer que o melhor remédio contra a depressão é levar seu animal de estimação para passear.

Além dos benefícios que a actividade física trazem – como a produção de neurotransmissores ligados ao bem-estar no cérebro -, as caminhadas estreitam o contacto com o dono. E talvez seja a sua ausência que tenha provocado a depressão do seu animal de estimação.


3. Erliquiose (doença da carraça)

A erliquiose é uma infecção gravíssima transmitida por carraças portadores de bactérias do gênero erlichia.


Contágio: a carraça contamina-se ao ingerir o sangue de animais doentes e transmite a bactéria ao parasitar cães saudáveis e, mais raramente, gatos.


O que acontece: entre os problemas desencadeados estão anemia, hemorragia, insuficiência renal, inflamações oculares e alterações neurológicas e de comportamento. Como a bactéria promove uma anemia grave, pode levar o animal à morte.


Prevenção: aplicação mensal de remédios para ectoparasitas, que evitam a infestação por carraças.


Sintomas: os principais sintomas são febre, tosse, vômito, diarreia, depressão, hematomas, perda de apetite, anemia e dificuldade em respirar.


Diagnóstico: o diagnóstico é feito através de análises clínicas ou de exames de DNA.


Tratamento: é feito com medicação, de acordo com o estágio em que se descobriu a doença.


4. Insuficiência renal


A insuficiência renal é uma alteração na capacidade de filtragem dos rins, o que acarreta a retenção de ureia e creatinina – dois compostos tóxicos – no sangue e, em compensação, e na eliminação de água, vitaminas e proteínas importantes pela urina.


Causa: a causa mais comum da insuficiência renal crónica é o envelhecimento do bicho com certa predisposição familiar. Já a insuficiência renal aguda costuma estar ligada a factores isquêmicos, infecciosos ou tóxicos.


O que acontece: o agravamento da doença pode provocar infecções do trato urinário, úlceras na boca e no estômago e pressão alta que leva à cegueira.


Prevenção: algumas raças apresentam maior predisposição a problemas nos rins e devem ser observadas regularmente por meio de exames. São elas: doberman, beagle e sharpei.


Sintomas: o animal perde o apetite, emagrece rapidamente, passa a beber muita água e faz um xixi clarinho. Vômitos e diarreia também são sinais da doença. Alguns, ainda, desenvolvem anemia.


Diagnóstico: o diagnóstico é feito por meio de exames laboratoriais de sangue e urina, ultrassom e, em alguns casos, até de radiografias especiais.


Tratamento: o objetivo é restabelecer o equilíbrio orgânico com uma dieta apropriada, isto é, pouco proteica, suplementos vitamínicos e terapia com fluidos e eletrólitos.

Quando parte significativa dos rins estiver comprometida, a recuperação do órgão se torna inviável, restando apenas a possibilidade de controlar o quadro. A hemodiálise pode ser indicada em situações muito específicas de insuficiência renal aguda, nos casos em que a terapia convencional com fluidoterapia não tem nenhum efeito.


5. Obesidade


A obesidade é o acumular excessivo de gordura decorrente da alteração no balanço energético do animal.


Causa: dieta inadequada e sedentarismo são os maiores factores para o aparecimento da desta doença. Algumas raças de cães e gatos são mais propensas ao problema do que outras.


Riscos: cães e gatos obesos podem desenvolver diabetes, problemas nas articulações, doenças cardiovasculares e até alterações neurológicas.


O que acontece: estes animais normalmente têm níveis elevados de colesterol e triglicéridos. Essas substâncias estão por trás de problemas como convulsões, paralisias, danos nos olhos e alterações neurológicas. Os animais de estimação excessivamente gordos estão mais propensos a desenvolver diabetes e doenças articulares.


Prevenção: compre ração de boa qualidade, de acordo com a idade e nível de actividade, não ofereça comida inadequada, controle os snacks, estimule a prática de actividades físicas com passeios (no caso dos cães) ou brincadeiras (no caso dos gatos). Respeite a quantidade de ração diária a ser ingerida, que está indicada na embalagem.


Sintomas: para identificar um animal obeso, basta olhar para ele. Além do corpo rechonchudo, ele pode apresentar sede excessiva (em caso de diabetes), falta de fôlego na hora de passeios, e sinais de hipertensão arterial.


Diagnóstico: o método de diagnóstico mais utilizado é a inspecção e palpação do animal. Ele deve ter as costelas facilmente tocáveis e, quando visto de cima, apresentar forma de ampulheta. Se as costelas do animal não são visíveis, pode indicar que ele esteja acima do seu peso. Mas o veterinário dará o veredito final ao comparar o peso do seu animal com o peso ideal para a raça.


Tratamento: um programa bem-sucedido de emagrecimento exige plano nutricional, exercícios físicos diários, manutenção do metabolismo e sistema hormonal e acompanhamento veterinário.


6. Otite


A otite é uma inflamação do ouvido.


Causas: a doença costuma ter origem infecciosa, parasitária, fúngica ou seborreica.


O que acontece: se não for bem tratada, a otite pode agravar-se e provocar uma meningite e ou até infecção generalizada, dois males capazes de matar.


Prevenção: proteja as orelhas do seu animal de estimação durante o banho e tenha cuidado com a limpeza do canal auditivo externo.


Sintomas: quando há uma otite, o que fica mais evidente é a coceira das orelhas e o sacudir frequente da cabeça. Secreção amarelada ou escura e com cheiro também pode indicar que a infecção está instalada.


Diagnóstico: o veterinário, durante o exame clínico, faz uma otoscopia. E, em alguns casos, pode pedir uma colheita de secreção para análise.


Tratamento: o tratamento é feito com antibiótico no caso das otites bacterianas, antifúngicos para a otite fúngica, antiparasitários para a otite parasitária e ceruminolíticos, quando se trata de uma otite ceruminosa ou seborreica.

_______________________________________________________________________________________


loja de animais online, pet shop portugal, arranhadores para gatos, ração para cães, comida para gatos, camas para cães grandes, areia para gato, ração advance, ração libra salmão, royal canin gastro intestinal, gps para cães, kimimove rapid

0 visualização

E-mail: info@petlandshop.com

Morada: Avenida de Lisboa Loja 101 A, 2605-002 Casal de Cambra 

Copyright @ 2020 PET LAND © Todos os direitos reservados

  • RSS
  • Facebook
  • Instagram
  • Pinterest