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  • Foto do escritorPet Land

Os gatos de interior devem ser vacinados? Quais são as vacinas essenciais?

Atualizado: 28 de set. de 2022

Muitos donos de gatos de interior acham que vacinar o seu gato é desnecessário, uma vez que ele permanece sempre em casa. Principalmente para quem tem muitos gatos, esta prevenção torna-se dispendiosa. Será que os gatos de interior devem mesmo ser vacinados?

As vacinas para gatos têm sido, nos últimos anos, parte integrante no programa preventivo de saúde. É dos desenvolvimentos médicos mais eficazes no controlo de doenças mortais em gatos.


O plano de vacinação do gato, deve ser traçado de acordo com o estilo de vida, idade, risco de contrair determinadas infecções e também as próprias características das vacinas.


As vacinas para gatos podem ser divididas em duas grandes categorias:

  • vacinas essenciais, aquelas recomendadas para todos os gatos;

  • vacinas não essenciais, aquelas que podem ou não ser necessárias, dependendo do estilo de vida e das circunstâncias do gato.


As vacinas contra a panleucopénia felina (FPV), herpesvírus felino (FHV) e calcivírus felino (FCV), fazem parte da primeira categoria e devem ser administradas entre as 8 e 9 semanas de idade tanto em gatos de interior como em gatos com acesso à rua.

Em casos de gatinhos resgatados, a primeira vacina deverá ser administrada às 6 semanas de idade e em casos de surtos, deverá ser nas 4 semanas de idade.

Por norma, é a vacina polivalente ou vacina múltipla, que confere proteção simultânea aos vírus acima referidos.


As vacinas não essenciais, que fazem parte da segunda categoria, são a vacina contra a raiva, que é geralmente uma vacina monovalente e confere proteção para apenas um vírus: o vírus da raiva e também as vacinas contra o vírus da leucemia felina (FeLV) e contra o vírus da imunodeficiência felina (FIV).


Os gatos de interior devem ser vacinados com a categoria de vacinas essenciais, que é a vacina polivalente que confere proteção contra os 3 vírus principais em simultâneo, no entanto, os prazos para revacinação pode ser estendidos para 3 anos, ao contrário dos gatos que têm acesso ao exterior, neste caso a revacinação deve ser anual.


Em casos onde há co-habitação com gatos infectados com o vírus da leucemia felina (FeLV), a vacinação é recomendada e já existe em Portugal. No entanto, antes da administração desta vacina, deve ser feito o diagnóstico para garantir que os gatos a vacinar ainda não estão infectados com o vírus. Esta vacina faz parte da categoria de vacinas não essenciais e deve ser justificada pelo risco elevado de infecção.


A vacina para o FIV (vírus da imunodeficiência felina) só está disponível nos EUA e confere proteção contra o FIV subtipo A. No entanto, nos países do sul da Europa, o subtipo mais frequente é o B, como é o caso do vírus em Portugal.


A vacina da raiva não é obrigatória e faz parte da categoria de não essenciais, isto porque o risco de desenvolver tumores no local da injeção é elevado. Deverá dar-se preferência às vacinas recombinantes ou sem adjuvantes.


Então, a resposta é: sim! Os gatos de interior devem ser vacinados!


Visite o seu médico veterinário e saiba exactamente quais são as vacinas necessárias para o seu gato de acordo com o estilo de vida dele, e também, idade e risco de contrair doenças.


Faça uma visita ao médico para aconselhar o melhor plano de vacinação e também um exame físico que é essencial para manter o seu gato saudável, uma vez que permite a deteção precoce de eventuais doenças.


Já visitou o seu médico veterinário este ano? Não? Então do que está à espera!?


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